Paulo Sérgio Leite Fernandes
Este perfil reúne as assinaturas de Paulo Sérgio Leite Fernandes encontradas nos artigos publicados no acervo do Âmbito Jurídico.
Biografia no acervo histórico
As notas abaixo foram registradas nos artigos indicados. Elas não confirmam a permanência de cargos, vínculos, titulações ou inscrição profissional. A atribuição de autoria foi conferida nas assinaturas do acervo; isso não equivale a uma revisão jurídica atual dos textos.
Advogado criminalista em São Paulo e presidente, no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas do Advogado.
Fonte no acervo: Eleições na OAB (ou “A visita à velha senhora”).
Artigos publicados
Política de autoria histórica
Os nomes e as notas são preservados com suas fontes. Não atribuímos autor, revisão editorial, fotografia, credenciais ou cadastro profissional por suposição. Ausências e divergências exigem conferência antes de acrescentar informações. Para solicitar correção ou atualização, consulte a política editorial e a página de correções.
Outros artigos com autoria histórica confirmada
- Superior Tribunal de Justiça – Presidente Édson Vidigal dá lição ao país
- Terceirização dos Presídios (Ou “A universalização das quentinhas”)
- Propaganda do Ministério Público (Ou “Um minotauro chamado Poder”)
- Chico Pena de Ouro Morreu
- Publicidade de Advogados (Ou “Ao leão forense”)
- Publicidade de Advogados – Continuação
- Duelo Eletrônico (Ou “Feitiço contra feiticeiros”)
- Governo Investiga em Segredo Violação de Segredo (Ou: “Se tu dá pra Mama, Mama dá pra tu”)
- Problemas do ensino e do estudo do Direito (Ou “Minha tia saiu pra tomar chá”)
- Ainda sobre as investigações do Ministério Público
- Bangu I
- Nova Visita da Velha Senhora (Ou “O Futuro da Lei de Imprensa”)
- Foro privilegiado
- O Inimigo Mora Ao Lado (Ou “As variações do Poder”)
- Ainda o conflito sobre crimes de imprensa (Ou “Pegando castanha com mão de gato”)
- Direitos humanos e garantias constitucionais
- Severo enfoque do crime permanente (Ou “Quando uma andorinha faz verão”)
- Greve do Judiciário – Reflexos Prisionais
- Sacerdotes, cuidem-se!
- Espionagem eletrônica (Ou a culpa é do garçom?)
- Segunda das sete pragas do Egito (Ou ainda faltam cinco)
- Um novo Ministro da Justiça
- Obrigações institucionais dos Conselhos de Medicina
- Quando a mídia é irresponsável
- Celas escuras
- Grampeamento de telefones
- Corrupção e Provão
- Busca e apreensão nos domínios do Maranhão
- A dicção do Direito no Brasil – Aspectos sócio-políticos
- O ensino do Direito e o gigantismo universitário
- Cursos de Ciências Jurídicas
- Cortadores de cabeças
- Prêmio Nobel da Paz
- Novo Secretário de Segurança Pública de São Paulo (ou: “Como era gostoso o meu francês”)
- Não há Justiça sem informação (ou São Paulo não pode parar)
- Nova Faculdade de Direito em São Paulo
- Fiscalização dos cursos universitários
- Executivo cede ao Judiciário
- A crise entre o Poder Judiciário e o Executivo III
- Ressurreição da tortura
- Ainda a criação de cursos jurídicos
- Ainda o Supremo Tribunal
- Cursos Jurídicos
- Eleição direta a Ministro do Supremo
- Prerrogativas dos Advogados
- Um promotor público extravagante
- Bush x Ali Baba
- Bacharéis e Advogados
- Vencimentos de juízes
- O seqüestro
- Ministério Público – Briga em família
- Prerrogativas do Advogado Em 14/1/2002, desde 08/01/2002, sobre a mesa do Presidente do Supremo Tribunal Federal
- Lei de Interceptações Telefônicas: Revisão?
- Posse na OAB paulista
- As duas faces da democracia brasileira
- Quantos juízes deverão morrer?
- Comemorando o 1º de abril (Ou “Pequenas considerações sobreo golpe de 1964”)
- O lixão nos presídios e a agravação de penas (ou “críticas ao movimento antiterror”)
- Quando o Direito Enlouquece
- Caso ACM: entenda os grampos telefônicos
- O Advogado e o Direito de Falar Sentado
- Código do Consumidor: Imunidade bancária
- Complexo de Cinderela
- Ataque à Honra do Presidente da República (Ou “Uma questão jurídico-etílica”)
- Os desprazeres da ofensa à intimidade
- Política Externa no STF (Ou “Não só de pão vive o homem”)