Direito Previdenciário
O INSS não pode simplesmente cortar um benefício de maneira arbitrária, silenciosa e sem respeitar o devido processo administrativo quando a situação exige apuração, defesa e ciência do segurado. Em muitos casos, a autarquia deve notificar o beneficiário,…
Direito Previdenciário
Se preparar para o pente-fino do INSS significa agir antes da convocação se transformar em problema: manter cadastro atualizado, acompanhar o Meu INSS, entender qual benefício está em revisão, reunir documentação médica recente e coerente, organizar provas da…
Direito Previdenciário
CID errado no laudo pode, sim, prejudicar o segurado, mas o impacto depende do tipo de erro, da consistência do restante da documentação médica e de quanto essa divergência compromete a compreensão da doença, da incapacidade e do…
Direito Previdenciário
Sim, diagnóstico sem CID pode ser válido, e em muitos contextos isso é juridicamente correto. No ambiente trabalhista, um atestado médico não perde valor automaticamente só porque não traz o código da doença, já que a exigência indiscriminada…
Direito Previdenciário
Em regra, o médico pode sim se recusar a colocar o CID no atestado quando o paciente não autoriza expressamente essa informação, porque o diagnóstico está ligado ao sigilo médico e aos dados sensíveis de saúde. O que…
Direito Previdenciário
Doença rara, por si só, não gera prioridade automática no INSS apenas pelo fato de ser rara. O que pode gerar prioridade é a situação jurídica que acompanha essa doença: se ela se enquadra como doença grave para…
Direito Previdenciário
A ordem correta dos documentos para perícia é aquela que permite ao perito entender, em poucos minutos, quem é o segurado, qual é a doença ou lesão, desde quando o problema existe, quais tratamentos já foram feitos, quais…
Direito Previdenciário
Na perícia do INSS, o segurado não deve levar documentos falsos, papéis sem relação com a incapacidade discutida, exames ilegíveis, laudos sem identificação do profissional, informações contraditórias, comprovantes desorganizados e qualquer material preparado para dramatizar artificialmente a situação.…
Direito Previdenciário
Na perícia, nunca se deve mentir, exagerar, minimizar sintomas, contradizer documentos, responder de forma vaga, agressiva ou irônica, nem fazer afirmações que passem a impressão de que a limitação não existe ou não interfere no trabalho e na…
Direito Previdenciário
Sim, contar com um advogado previdenciário pode aumentar as chances no INSS, especialmente quando o caso envolve benefício negado, documentos incompletos, vínculos sem registro correto, atividade especial, incapacidade laboral, revisão de benefício, cálculo de tempo de contribuição ou…
Direito Previdenciário
Na maioria dos casos previdenciários, vale sim procurar um advogado desde o início quando há dúvida sobre documentos, risco de indeferimento, atividade especial, tempo rural, incapacidade para o trabalho, BPC/LOAS, revisão de benefício ou necessidade de ação judicial.…
Direito Previdenciário
Não necessariamente. Dor sem diagnóstico fechado não impede automaticamente a concessão de benefício previdenciário, porque o ponto central para o INSS e para a Justiça não é apenas o nome exato da doença, mas a comprovação de incapacidade…
Direito Previdenciário
Sim, o advogado pode acelerar o benefício em muitos casos, mas não porque tenha poder de furar fila, dar ordem ao INSS ou garantir tratamento privilegiado. O que realmente acelera é a atuação técnica: escolha correta do benefício,…
Direito Previdenciário
Na prática, processo com advogado pode ficar mais rápido e mais eficiente, mas isso não acontece por mágica nem porque a presença do advogado “fura fila” no Judiciário. O que costuma acontecer é que a atuação técnica reduz…
Direito Previdenciário
Falar com o perito corretamente significa agir com clareza, sinceridade, precisão e respeito, sem exagerar sintomas, sem tentar “convencer” o profissional por emoção e sem transformar a perícia em um desabafo confuso. Em matéria previdenciária, trabalhista ou judicial,…
Direito Previdenciário
A diferença entre auxílio-doença e aposentadoria por invalidez está principalmente na duração da incapacidade e na possibilidade de retorno ao trabalho: o auxílio-doença é um benefício temporário concedido ao segurado que está incapaz por um período limitado, enquanto…
Direito Previdenciário
O auxílio pago pelo INSS não vira aposentadoria apenas porque o segurado está há muito tempo afastado. Essa transformação acontece quando a incapacidade, antes considerada temporária, passa a ser reconhecida como permanente pela perícia médica, sem possibilidade de…
Direito Previdenciário
Quem decide a aposentadoria, na prática, é o INSS na via administrativa, por meio da análise do requerimento, dos documentos apresentados e, em alguns casos, da atuação da Perícia Médica Federal e do Serviço Social. Quando há discordância…
Direito Previdenciário
Sim, em muitos casos é possível pedir a aposentadoria diretamente no INSS, sem ação judicial e sem intermediários, principalmente quando o segurado já cumpre todos os requisitos e consegue comprovar seu histórico contributivo e laboral no Meu INSS…
Direito Previdenciário
Sim. O INSS pode exigir que o segurado se submeta à reabilitação profissional quando a perícia concluir que ele não tem condições de voltar para a atividade habitual, mas ainda pode ser preparado para outra função que lhe…
Direito Previdenciário
A reabilitação profissional é o processo pelo qual o segurado que sofreu redução ou perda de sua capacidade laboral é preparado para voltar ao mercado de trabalho em atividade compatível com suas limitações. No contexto do INSS, ela…
Direito Previdenciário
Sim, o burnout passou a ser amplamente reconhecido no campo da saúde e do trabalho, mas é importante entender a resposta com precisão jurídica e técnica. No plano internacional, a OMS enquadra o burnout na CID-11 como um…
Direito Previdenciário
Em regra, não. O segurado encaminhado pelo INSS para a reabilitação profissional não pode simplesmente recusar o programa sem consequência, porque a legislação previdenciária trata a reabilitação como etapa obrigatória quando a pessoa está em gozo de benefício…
Direito Previdenciário
A reabilitação profissional, por si só, não cancela automaticamente o benefício do INSS no momento em que o segurado é encaminhado ao programa. Em regra, o benefício por incapacidade é mantido durante o processo de reabilitação e só…
Direito Previdenciário
Sim, a reabilitação profissional pode ser obrigatória no INSS quando o segurado é encaminhado pela Perícia Médica Federal ou por decisão judicial, especialmente nos casos em que a pessoa não consegue retornar à sua atividade habitual, mas ainda…
Direito Previdenciário
Sim, o benefício pode aumentar depois de concedido, mas isso não acontece de qualquer jeito nem por simples inconformismo do segurado. Na prática, o valor pode subir por alguns caminhos bem definidos: revisão administrativa ou judicial do cálculo,…
Direito Previdenciário
A diferença entre doença ocupacional e doença comum muda profundamente a vida prática do trabalhador. Ela influencia o tipo de benefício do INSS, a necessidade de CAT, a estabilidade no emprego, os depósitos de FGTS durante o afastamento…
Direito Previdenciário
Trabalho repetitivo pode, sim, gerar benefício previdenciário quando provoca doença ocupacional ou agravamento de um quadro que reduza ou retire a capacidade de trabalho do segurado. O simples fato de a atividade ser repetitiva não garante automaticamente o…
Direito Previdenciário
Lesões por esforço repetitivo podem gerar direitos trabalhistas, previdenciários e indenizatórios quando houver relação entre a doença e a atividade exercida. Em termos jurídicos, esses quadros costumam aparecer como LER e DORT, abrangendo inflamações, compressões nervosas, tendinites, bursites,…
Direito Previdenciário
Sim, o estresse no trabalho pode gerar direitos trabalhistas, previdenciários e indenizatórios quando houver prova de que o ambiente laboral, a forma de gestão, a cobrança excessiva, o assédio, a sobrecarga ou outros fatores ligados ao trabalho causaram…