Jargões como “quem não conhece a História está condenado a repeti-la” causam-nos conforto pela frequência de seu uso e pela sua facilidade formulaica, facilmente aceita e reprodutível. Uma análise bastante simples, contudo, é o suficiente para revelar a limitação argumentativa desta afirmação.
O mesmo estende-se ao pensamento requerido para submeter-se ao ciclo de que “tudo é como já foi”, ou ainda, “sempre foi assim e sempre será”.
Estamos vivenciando algo novo em nossa democracia, mais especificamente, nas democracias ocidentais: as redes sociais como forma de consolidação de vontades. Vontades essa que são traduzidas em votos, em alguns casos, em violência física, cada vez mais frequente.
Conhecer a lei é obrigatório.
Conhecer o julgador é o que torna a estratégia mais precisa.
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Consultar jurimetria agora →Este curso, em sete módulos, além do levantamento do arcabouço conceitual que permitirá melhor compreensão dos jargões filosóficos utilizados para a abordagem dos temas políticos, tem por objetivo debater o tema das redes sociais e sua relação com a democracia. Este debate será concentrado nos dois últimos encontros, uma vez solidificadas as ferramentas de análise propostas nos cinco primeiros.
“História das Ideias Políticas” é um estudo acompanhado do livro de mesmo nome do pesquisador francês Olivier Nay. Não se trata, por óbvio, de uma leitura guiada, mas sim de um estudo guiado: certas escolhas serão feitas com intuito de entendermos e debatermos sempre tendo o Brasil em perspectiva.
O e-mail para o plantão de dúvidas continuará ativo mesmo depois de cumprido o cronograma do curso. Pode ser este o início de uma longa amizade intelectual.
